Quais são os livros considerados apócrifos?

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Os livros apócrifos são textos que não foram incluídos no cânon da Bíblia e, portanto, não são considerados sagrados por muitas tradições religiosas. Esses livros são conhecidos por sua origem duvidosa e não terem sido reconhecidos como divinamente inspirados.

Ao contrário dos livros canônicos, que são aceitos como parte oficial das escrituras sagradas, os livros apócrifos foram escritos por comunidades cristãs e pré-cristãs, mas não foram reconhecidos como tendo autoridade divina. Nesta seção, exploraremos a natureza dos livros apócrifos e discutiremos alguns exemplos conhecidos.

Principais pontos deste artigo:

  • O significado do termo “apócrifo” e a origem dos textos apócrifos
  • O contexto histórico em que os livros apócrifos foram escritos
  • As controvérsias em torno dos livros não aceitos pela Igreja
  • Exemplos de livros apócrifos do Antigo e Novo Testamento
  • A influência dos escritos apócrifos na cultura e na religião

Os livros apócrifos são um aspecto interessante da história religiosa e têm sido objeto de estudo e discussão há séculos. Continue lendo para descobrir mais sobre esses escritos e seu impacto na religião e cultura.

Entendendo os Livros Apócrifos

Os livros apócrifos são textos religiosos que não foram incluídos no cânon oficial das escrituras sagradas. Para compreender adequadamente esses livros e seu significado, é importante entender o que significa o termo “apócrifo” e conhecer a origem desses textos.

O que significa apócrifo

O termo “apócrifo” deriva do grego e significa “escondido”. Ele foi utilizado pelos escritores eclesiásticos para se referir a livros secretos, de origem desconhecida ou falsa. Os livros apócrifos são considerados não canônicos, ou seja, não são reconhecidos como parte das escrituras sagradas por determinadas tradições religiosas. Eles foram excluídos do cânon oficialmente reconhecido, mas ainda são de interesse histórico e religioso.

A origem dos textos apócrifos

Os textos apócrifos têm sua origem em comunidades cristãs e pré-cristãs que escreveram esses livros sem a inspiração divina reconhecida pelas comunidades cristãs tradicionais.

Eles foram escritos durante um período em que diversas comunidades produziam uma variedade de textos religiosos abordando temas como profecias, narrativas da criação e cartas. No entanto, esses livros não foram incluídos no cânon bíblico oficialmente reconhecido e, portanto, não são considerados sagrados por muitas tradições religiosas.

É importante ressaltar que, embora os livros apócrifos não sejam considerados divinamente inspirados, eles oferecem uma visão única do pensamento religioso da época em que foram escritos e são de grande valor histórico, cultural e teológico para o estudo e o entendimento mais amplo da religião e da história.

Texto de apoio para a imagem: A origem dos textos apócrifos remonta a comunidades cristãs e pré-cristãs que escreveram esses livros sem a inspiração divina reconhecida pelas comunidades cristãs tradicionais.

O Contexto Histórico dos Livros Não Canônicos

Para entender completamente os livros apócrifos, é importante considerar o contexto histórico em que foram escritos.

Os livros não canônicos surgiram entre o último livro das escrituras judaicas, Malaquias, e a vinda de Jesus Cristo.

Durante esse período, várias comunidades produziram uma variedade de textos religiosos que abordavam temas como profecias, narrativas da criação e cartas. Esses livros oferecem uma visão única do pensamento religioso dessa época e são estudados pelos teólogos para melhor compreender os primórdios do cristianismo.

A Controvérsia dos Livros Não Aceitos pela Igreja

A inclusão ou exclusão de certos livros do cânon bíblico oficial tem sido motivo de controvérsia entre diferentes tradições religiosas.

Alguns livros considerados apócrifos foram excluídos da Bíblia oficializada pela Igreja Católica, enquanto outras denominações cristãs, como a Igreja Ortodoxa, aceitam alguns desses livros como parte de sua tradição.

A controvérsia envolve questões de autoridade, inspiração divina e interpretação religiosa.

É importante compreender as razões pelas quais determinados livros foram excluídos da Bíblia oficial para obter uma visão abrangente dessa questão.

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Apócrifos do Antigo Testamento

Existem vários livros apócrifos que foram escritos durante o período do Antigo Testamento. Esses livros abordam uma variedade de temas, desde a vida de personagens bíblicos até profecias apocalípticas.

Alguns exemplos desses livros incluem os Livros de Enoque, que descrevem a vida e as visões do personagem bíblico Enoque, o Livro de Tobias, que relata a história de Tobias e suas provações, e Judite, um livro que conta a história de uma mulher judia corajosa. Além disso, existem adendos aos livros de Ester e Daniel que são considerados apócrifos e fornecem mais informações sobre essas histórias bíblicas.

Apócrifos do Novo Testamento

Além dos apócrifos do Antigo Testamento, existem também apócrifos do Novo Testamento. Esses livros foram escritos durante o mesmo período do Novo Testamento e abordam temas relacionados à vida de Jesus Cristo e seus seguidores. Alguns exemplos desses apócrifos incluem o Evangelho de Tomé, os Atos de Paulo e Tecla e o Apocalipse de Pedro. Esses livros oferecem perspectivas alternativas sobre a vida e os ensinamentos de Jesus Cristo, mas não foram incluídos no cânon oficial do Novo Testamento.

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Os apócrifos do Novo Testamento são uma coleção de escritos que apresentam diferentes visões e interpretações dos eventos e ensinamentos encontrados nos evangelhos canônicos. Devido à sua natureza não canônica, esses escritos não são considerados sagrados pelas principais tradições cristãs.

No entanto, eles são estudados por acadêmicos e teólogos para obter uma compreensão mais ampla do contexto histórico e teológico do cristianismo primitivo.

O Evangelho de Tomé é um exemplo destacado dos apócrifos do Novo Testamento. É uma coleção de supostas palavras de Jesus que oferecem uma perspectiva única sobre sua mensagem e ensinamentos. Os Atos de Paulo e Tecla narram as atividades missionárias do apóstolo Paulo e sua discípula, Tecla, enquanto o Apocalipse de Pedro descreve visões e revelações atribuídas a Pedro.

Embora esses apócrifos não tenham sido incluídos no cânon oficial do Novo Testamento devido a várias razões, sua existência e influência histórica são um testemunho da diversidade e das múltiplas interpretações dentro do cristianismo primitivo. Eles continuam a desempenhar um papel importante no estudo acadêmico e são uma fonte fascinante de insights sobre o desenvolvimento do cristianismo nas primeiras décadas após a vida de Jesus.

Os Livros Apócrifos Mais Conhecidos

Entre os muitos livros apócrifos, existem alguns que se destacam por sua popularidade e influência. O Evangelho de Tomé é um dos mais conhecidos e contém uma coleção de supostas palavras de Jesus. Os Atos de Paulo e Tecla relatam as atividades missionárias de Paulo e a história de sua discípula, Tecla.

O Apocalipse de Pedro é outro livro famoso que descreve visões e revelações do apóstolo Pedro. Esses livros apócrifos foram amplamente estudados e debatidos ao longo dos séculos devido ao seu impacto na teologia e na compreensão do cristianismo primitivo.

That’s it for the list of the most well-known apocryphal books. These books have played a significant role in shaping religious and theological discussions. The Gospel of Thomas, Acts of Paul and Thecla, and Apocalypse of Peter have garnered attention for their unique perspectives and teachings. Moving forward, we will explore the controversy surrounding the exclusion of these books from the official biblical canon. Stay tuned for the next section.

Por Que Alguns Livros Foram Excluídos da Bíblia Oficial?

A exclusão de certos livros da Bíblia oficializada pela Igreja envolve uma série de fatores. Alguns dos motivos citados para a exclusão desses livros incluem sua origem duvidosa, falta de inspiração divina reconhecida pela comunidade religiosa e divergências doutrinárias.

Além disso, alguns livros apócrifos apresentavam histórias e ensinamentos contraditórios em relação aos já aceitos no cânon. A decisão de excluir esses livros foi tomada por autoridades religiosas que buscavam estabelecer um conjunto de escrituras sagradas que refletissem a doutrina e a tradição de sua fé.

Os motivos para a exclusão de livros apócrifos da Bíblia oficializada são variados. Primeiro, a origem duvidosa desses livros levantou questionamentos sobre sua autenticidade e inspiração divina. Eles foram escritos por comunidades cristãs e pré-cristãs, mas não foram amplamente reconhecidos como divinamente inspirados pelas tradições religiosas estabelecidas.

Outra razão para a exclusão dos livros apócrifos é a divergência doutrinária.

Esses livros apresentavam ensinamentos e histórias que entravam em conflito com os já aceitos no cânon. As autoridades religiosas responsáveis pela definição da Bíblia oficial procuravam estabelecer uma base doutrinária consistente e coesa para sua fé, e a inclusão de livros apócrifos que contradiziam esses ensinamentos não era desejada.

A exclusão dos livros apócrifos também foi uma forma de preservar a tradição e a identidade religiosa de cada comunidade. Cada tradição religiosa procurou estabelecer um conjunto de escrituras sagradas que refletissem sua doutrina específica.

Portanto, a escolha de quais livros incluir no cânon foi influenciada pela necessidade de manter a coesão e a identidade religiosa.

Embora os livros apócrifos não façam parte da Bíblia oficializada, eles ainda são vistos como valiosos do ponto de vista histórico, literário e teológico. Eles proporcionam um entendimento mais amplo do contexto religioso da época em que foram escritos e oferecem perspectivas alternativas sobre a fé e a espiritualidade.

Influência dos Escritos Apócrifos na Cultura e na Religião

Embora os livros apócrifos não façam parte do cânon oficial das religiões, eles ainda exerceram e continuam exercendo influência na cultura e na religião.

Esses livros oferecem uma compreensão adicional da história, da literatura e do pensamento religioso da época em que foram escritos. Além disso, eles desempenharam um papel na formação de tradições e crenças religiosas específicas. É importante estudar e entender os escritos apócrifos para obter uma visão mais abrangente da história e do desenvolvimento da fé.

A influência dos escritos apócrifos pode ser observada em vários aspectos da cultura e da religião. Esses textos foram importantes para a formação de tradições e práticas religiosas, assim como para a evolução da literatura e do pensamento teológico.

Eles abordam temas e histórias que não estão presentes nos livros canônicos, oferecendo uma perspectiva diferente sobre figuras históricas e narrativas bíblicas.

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Os escritos apócrifos também foram uma fonte de inspiração para artistas ao longo da história. Suas histórias e personagens foram retratados em uma variedade de formas artísticas, como pinturas, esculturas e trabalhos literários. Eles forneceram material rico e intrigante para a criação de obras de arte que exploram temas religiosos e espirituais.

A influência dos escritos apócrifos pode ser vista em muitas religiões e tradições espirituais. Alguns grupos religiosos consideram esses livros como parte de sua tradição e os incorporam em sua liturgia e práticas religiosas. Além disso, eles têm sido estudados e debatidos por estudiosos e teólogos, contribuindo para a compreensão acadêmica e religiosa do cristianismo e das tradições judaicas.

É importante ressaltar que a influência dos escritos apócrifos varia entre diferentes religiões e comunidades. Alguns os consideram como fontes valiosas de sabedoria e conhecimento espiritual, enquanto outros os veem como textos interessantes do ponto de vista histórico, mas não sagrados. É uma questão de interpretação e tradição religiosa.

No geral, os escritos apócrifos desempenharam um papel significativo na cultura e na religião ao longo dos séculos. Eles expandiram nosso entendimento da história e do pensamento religioso, influenciaram a arte e a literatura, e moldaram tradições e práticas religiosas específicas. Estudar esses textos nos permite explorar uma gama mais ampla de perspectivas e desenvolver uma visão mais completa da história e da fé.

Conclusão

Os escritos apócrifos são uma fonte valiosa de informações adicionais sobre a história e o pensamento religioso ao longo do tempo. Embora esses textos não tenham sido incluídos no cânon oficial das escrituras sagradas, eles oferecem uma ampla variedade de perspectivas que complementam nosso entendimento da fé e da cultura.

Embora muitas tradições religiosas não os considerem divinamente inspirados, os escritos apócrifos têm um valor histórico e cultural significativo. Ao estudar esses textos, nós somos expostos a uma diversidade de ideias e a uma compreensão mais profunda da complexidade do pensamento religioso em diferentes épocas.

É importante reconhecer que a decisão de excluir esses escritos do cânon oficial foi baseada em diversos fatores, como origem duvidosa e divergências doutrinárias. No entanto, eles ainda são fontes de estudo e pesquisa acadêmica, permitindo que nos aprofundemos em aspectos relevantes da história e da cultura religiosa.

Portanto, explorar os escritos apócrifos nos permite ter uma visão mais abrangente e enriquecedora da fé e da tradição religiosa, valorizando a diversidade de perspectivas e o desenvolvimento do pensamento ao longo do tempo.

FAQ

Quais são os livros considerados apócrifos?

Os livros apócrifos são textos que não foram incluídos no cânon da Bíblia e, portanto, não são considerados sagrados por muitas tradições religiosas. Esses livros são conhecidos por sua origem duvidosa e por não terem sido reconhecidos como divinamente inspirados.

O que significa apócrifo?

O termo “apócrifo” significa “escondido” em grego e foi usado pelos escritores eclesiásticos para se referir a livros secretos, de origem desconhecida ou falsa.

A origem dos textos apócrifos

Os livros apócrifos foram escritos por comunidades cristãs e pré-cristãs, mas não foram reconhecidos como tendo autoridade divina. Esses livros foram excluídos do cânon bíblico oficialmente reconhecido, mas ainda são de interesse histórico e religioso.

Qual é o contexto histórico dos livros não canônicos?

Os livros não canônicos surgiram entre o último livro das escrituras judaicas, Malaquias, e a vinda de Jesus Cristo. Durante esse período, várias comunidades produziram uma variedade de textos religiosos que abordavam diferentes temas.

Por que alguns livros foram excluídos da Bíblia oficial?

A exclusão de certos livros da Bíblia oficializada pela Igreja envolve uma série de fatores, como origem duvidosa, falta de inspiração divina reconhecida pela comunidade religiosa e divergências doutrinárias.

Quais são os livros apócrifos do Antigo Testamento?

Alguns exemplos de livros apócrifos do Antigo Testamento incluem os Livros de Enoque, o Livro de Tobias e Judite, além dos adendos aos livros de Ester e Daniel.

Quais são os livros apócrifos do Novo Testamento?

Alguns exemplos de livros apócrifos do Novo Testamento incluem o Evangelho de Tomé, os Atos de Paulo e Tecla e o Apocalipse de Pedro.

Quais são os livros apócrifos mais conhecidos?

Alguns dos livros apócrifos mais conhecidos incluem o Evangelho de Tomé, os Atos de Paulo e Tecla e o Apocalipse de Pedro.

Por que alguns livros foram excluídos da Bíblia oficial?

A exclusão de certos livros da Bíblia oficializada pela Igreja envolve uma série de fatores, como origem duvidosa, falta de inspiração divina reconhecida pela comunidade religiosa e divergências doutrinárias.

Qual é a influência dos escritos apócrifos na cultura e na religião?

Os escritos apócrifos exerceram e continuam exercendo influência na cultura e na religião, oferecendo uma compreensão adicional da história, literatura e pensamento religioso de diferentes épocas.

FAQ Livros Apócrifos

Quais são os livros considerados apócrifos?

A lista de livros apócrifos varia de acordo com a tradição religiosa. Na Bíblia Católica, por exemplo, são considerados apócrifos:

  • Antigo Testamento: Tobias, Judite, Ester (com adições), Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, Daniel (com adições), 1 Macabeus, 2 Macabeus.
  • Novo Testamento: Oração de Manassés, 3 Esdras, 4 Esdras, Carta de Barnabé, Didaquê, Epístola de Clemente, Atos de Paulo, Apocalipse de Pedro, Pastor de Hermas.

Quais são os 7 livros a mais da Igreja Católica?

Os 7 livros a mais da Igreja Católica, em comparação com a Bíblia protestante, são os livros apócrifos do Antigo Testamento:

  • Tobias
  • Judite
  • Ester (com adições)
  • Sabedoria
  • Eclesiástico
  • Baruc
  • 1 Macabeus
  • 2 Macabeus

Quais são os livros apócrifos retirados da Bíblia?

Os livros apócrifos foram retirados da Bíblia protestante durante a Reforma Protestante no século XVI. Martinho Lutero considerou que esses livros não eram canônicos e não tinham a mesma autoridade que os outros livros da Bíblia.

O que são livros apócrifos na Bíblia?

Os livros apócrifos são livros que não foram incluídos no cânon oficial da Bíblia. Eles foram escritos durante o período entre o Antigo e o Novo Testamento, mas não foram considerados inspirados por Deus pelas autoridades religiosas.

Por que Lutero tirou 7 livros da Bíblia?

Lutero tirou 7 livros da Bíblia porque ele considerou que esses livros não eram canônicos e não tinham a mesma autoridade que os outros livros da Bíblia. Ele baseou sua decisão em diversos critérios, como:

  • Ausência de uso pelos apóstolos: Os livros apócrifos não eram citados pelos apóstolos em seus escritos.
  • Falta de originalidade: Alguns livros apócrifos continham histórias e ideias que já estavam presentes em outros livros da Bíblia.
  • Erros históricos e doutrinários: Alguns livros apócrifos continham erros históricos e doutrinários que não estavam de acordo com o restante da Bíblia.

Quantos são os livros apócrifos?

O número de livros apócrifos varia de acordo com a tradição religiosa. Na Bíblia Católica, por exemplo, são 14 livros apócrifos. Já na Bíblia protestante, não há livros apócrifos.

Quais são os 7 livros que não tem na Bíblia protestante?

Os 7 livros que não tem na Bíblia protestante são os mesmos 7 livros que foram retirados por Lutero durante a Reforma Protestante:

  • Tobias
  • Judite
  • Ester (com adições)
  • Sabedoria
  • Eclesiástico
  • Baruc
  • 1 Macabeus
  • 2 Macabeus

Quais são os livros apócrifos no Novo Testamento?

No Novo Testamento, não há livros apócrifos na Bíblia Católica. No entanto, existem alguns livros que são considerados apócrifos por algumas tradições protestantes, como:

  • Evangelho de Tomé
  • Evangelho de Pedro
  • Atos de Pilatos
  • Epístola de Barnabé
  • Didaquê

Porque o livro de Tobias não está na Bíblia?

O livro de Tobias não está na Bíblia protestante porque Lutero o considerou apócrifo. Ele baseou sua decisão em diversos critérios, como:

  • Ausência de uso pelos apóstolos: O livro de Tobias não era citado pelos apóstolos em seus escritos.
  • Falta de originalidade: O livro de Tobias continha histórias e ideias que já estavam presentes em outros livros da Bíblia.
  • Erros históricos e doutrinários: O livro de Tobias continha erros históricos e doutrinários que não estavam de acordo com o restante da Bíblia.

Quais os evangelhos proibidos?

Os evangelhos proibidos são evangelhos que não foram incluídos no cânon oficial do Novo Testamento. Eles foram escritos durante os primeiros séculos do cristianismo, mas foram considerados heréticos pelas autoridades religiosas. Alguns dos evangelhos proibidos mais conhecidos são:

  • Evangelho de Tomé
  • Evangelho de Pedro
  • Evangelho de Maria Madalena
  • Evangelho de Judas

Quais os livros que não estão na Bíblia evangélica?

Os livros que não estão na Bíblia evangélica são os livros apócrifos do Antigo Testamento:

  • Tobias
  • Judite
  • Ester (com adições)
  • Sabedoria
  • Eclesiástico
  • Baruc
  • 1 Macabeus
  • 2 Macabeus

Quando os livros apócrifos foram aceitos?

Os livros apócrifos foram aceitos pela Igreja Católica no Concílio de Trento em 1546. No entanto, os livros apócrifos nunca foram aceitos pelas tradições protestantes.

Qual é o livro da Bíblia que não menciona o nome de Deus?

O livro da Bíblia que não menciona o nome de Deus é o livro de Ester.

Porque o livro de Macabeus é considerado apócrifo?

O livro de Macabeus é considerado apócrifo por algumas tradições religiosas porque:

  • Não foi escrito em hebraico ou aramaico, as línguas originais do Antigo Testamento.
  • Não foi incluído no cânon da Bíblia hebraica.
  • Contém algumas histórias e ideias que não estão de acordo com o restante da Bíblia.

O que significa a palavra apócrifos?

A palavra apócrifos vem do grego “apokryphos” que significa “escondido” ou “secreto”. No contexto da Bíblia, os livros apócrifos são aqueles que não foram considerados canônicos pelas autoridades religiosas.

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